Texto:   || || Normal

material de apoio ao congressista

DANÇAS CIRCULARES

Dançar em roda é uma das práticas mais antigas da humanidade. As Danças Circulares, ou Danças dos Povos, resgatam essa prática ancestral, através de músicas e danças regionais e folclóricas dos diversos povos, conectando as pessoas de forma lúdica e harmoniosa. As danças podem ser simples e de fácil aprendizado, não tendo necessidade de experiência anterior para participar desses círculos. Cada dança é um convite para conhecer, através da música e da coreografia, a expressão de uma nova cultura, com seus gestos, ritmos, posturas e história.

No contexto educacional, as Danças Circulares se mostram uma excelente ferramenta de apoio transdisciplinar, pois desenvolve todas as inteligências (espacial, musical, emocional e outras), associadas ao estudo de matérias como História, Geografia, Matemática, Educação Física, Artes e demais. Soma-se a isso a possibilidade de desenvolver outras habilidades, como coordenação motora, lateralidade, ritmo, união, respeito, concentração, potencial criativo individual e coletivo. A aprendizagem se dá com alegria, que brota naturalmente, em uma atividade que promove a integração física, mental emocional e espiritual.

O principal enfoque na Dança Circular Sagrada não é a técnica e sim o sentimento de união de grupo, o espírito comunitário que se instala a partir do momento em que todos, de mãos dadas, apóiam e auxiliam os companheiros. Assim, ela é indicada para pessoas de qualquer idade, raça ou profissão, auxiliando o indivíduo a tomar consciência e cuidar de seu corpo físico, acalmar seu emocional, trabalhar sua concentração e memória, além de entrar em contato com uma linguagem simbólica.

O movimento intitulado Danças Circulares Sagradas nasceu com o coreógrafo alemão/polonês Bernhard Wosien quando, em 1976, visitou a Comunidade de Findhorn, no norte da Escócia e pôde ensinar, pela primeira vez, uma coletânea de Danças Folclóricas para os residentes. De Findhorn até os dias atuais é notável a expansão das Danças Circulares, que no início da década de 90, chegaram ao Brasil e se espalharam formando rodas em parques, escolas, universidades, hospitais, órgãos públicos, ongs, instituições e empresas dos mais variados segmento.

RODA VIDA

A Roda Vida é formada por Deborah Dubner e Valéria Monteiro, ambas focalizadoras de Danças Circulares, formadas com Renata Ramos, um dos principais nomes de Dança Circular no Brasil e no mundo. A dupla tem levado as Danças Circulares para diversos públicos e instituições, incluindo escolas públicas e particulares, projetos sociais, eventos esportivos, movimentos em prol do Meio Ambiente, congressos de educação, etc.

Voltar à página anterior